O seu nome está tomando conta da minha mente.
Me ajuda.
São as letras do seu nome, elas passam por cada veia e artéria do meu cérebro, em cada bifurcação elas estão. Entram junto no oxigênio que eu inspiro, e logo elas chegam no meu coração. Elas se grudam. Por maior que seja o esforço que eu faça para me concentrar em alguma coisa, o seu nome grita. É tudo o que eu posso ouvir.
E então eu sei que, aonde quer que eu vá, levo você comigo. E eu sei que isso pode ficar como uma tatuagem permanente dentro de mim.
Se for pra ser, que seja. Eu estarei completa.
Se não for, eu irei viver.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Sem fome. Minha barriga relcama, mas eu não quero comer.
Acho que agora eu entendo porque eu não tinha mais fome.
Eu vinha me alimentando da minha esperança, da minha expectativa, da minha ansiedade. Do meu amor. Eu sinto que o meu coração é seu desde a primeira vez em que eu te vi. E a cada dia, a cada tarde, eu tinha vontade de adiantar os ponteiros do relógio e colocá-los na hora de eu ir dormir. Porque quando eu acordasse eu veria você, e quando eu visse você, eu estaria finalmente em paz. Me enfurecia passar aquelas tardes arrastadas longe de você, longe do seu sorriso. Da inquietação de saber se minha coragem então me permitiria falar com você. Cada pontada do relógio parecia bater em minha impaciência. Eu não me sentia tão viva, sentia como se precisasse estar a centímetros de você, a respirar o seu cheiro para poder me sentir humana.
Pode ser loucura. Mas me deixa viver minha loucura. "O amor é uma libélula que pousa na nossa janela pouquíssimas vezes. Corra atrás da sua libélula, sem medo de se machucar. Viva o seu romance. Viva o seu último romance." Eu me sustentava pelas suas lembranças, desde o dia em que nosso olhar se cruzou e eu posso jurar ter visto um sorriso se formar em seus lábios, até o dia em que a sua palavra se dirigiu a mim. E aí, eu não queria mais nada. Um beijo seu, e eu poderia passar mais uma semana sem comida.
Preencha-me.
Acho que agora eu entendo porque eu não tinha mais fome.
Eu vinha me alimentando da minha esperança, da minha expectativa, da minha ansiedade. Do meu amor. Eu sinto que o meu coração é seu desde a primeira vez em que eu te vi. E a cada dia, a cada tarde, eu tinha vontade de adiantar os ponteiros do relógio e colocá-los na hora de eu ir dormir. Porque quando eu acordasse eu veria você, e quando eu visse você, eu estaria finalmente em paz. Me enfurecia passar aquelas tardes arrastadas longe de você, longe do seu sorriso. Da inquietação de saber se minha coragem então me permitiria falar com você. Cada pontada do relógio parecia bater em minha impaciência. Eu não me sentia tão viva, sentia como se precisasse estar a centímetros de você, a respirar o seu cheiro para poder me sentir humana.
Pode ser loucura. Mas me deixa viver minha loucura. "O amor é uma libélula que pousa na nossa janela pouquíssimas vezes. Corra atrás da sua libélula, sem medo de se machucar. Viva o seu romance. Viva o seu último romance." Eu me sustentava pelas suas lembranças, desde o dia em que nosso olhar se cruzou e eu posso jurar ter visto um sorriso se formar em seus lábios, até o dia em que a sua palavra se dirigiu a mim. E aí, eu não queria mais nada. Um beijo seu, e eu poderia passar mais uma semana sem comida.
Preencha-me.
You brought back the color to my life.
Eu sentia como se sempre fizesse as escolhas erradas. Como se tivesse na minha frente duas caixas. Em uma, havia um botão, pronto para se abrir e dar à luz a uma linda flor. E outra, com uma flor já murcha, à qual o tempo só cuidaria de lhe dar os últimos sopros de vida. E eu deveria escolher. Por algum motivo que desconheço, sempre me deixava tentar pela caixa da flor murcha. E, alguns dias depois, junto com ela, via minha felicidade se despedaçar. Depois que a última pétala da última flor caiu, eu me vi num vão. Um vácuo entre a última lembrança da última flor que eu tinha acabado de jogar fora, e o meu futuro incerto.
Eu tive sorte.
Não tive tempo de sentir esse vácuo, pois logo em seguida recebi mais uma vez a chance de escolher entre as duas caixas. E dessa vez eu fiz a escolha certa. Eu achei a parte de mim que eu tinha arrancado junto com o último resquício dele.
E agora, eu tenho um motivo para a obrigação de levantar cedo todos os dias se tornar prazerosa. Porque eu sei que amanhã eu vou vê-lo. E depois. E depois. E eu sei que, no momento em que seus olhos puxarem os meus, o nosso olhar vai se encontrar. E eu vou me sentir mais leve. Mais leve, e mais viva, enquanto as borboletas dançam, graciosas. Inquietas.
Vem, elas anseiam por você.
Eu tive sorte.
Não tive tempo de sentir esse vácuo, pois logo em seguida recebi mais uma vez a chance de escolher entre as duas caixas. E dessa vez eu fiz a escolha certa. Eu achei a parte de mim que eu tinha arrancado junto com o último resquício dele.
E agora, eu tenho um motivo para a obrigação de levantar cedo todos os dias se tornar prazerosa. Porque eu sei que amanhã eu vou vê-lo. E depois. E depois. E eu sei que, no momento em que seus olhos puxarem os meus, o nosso olhar vai se encontrar. E eu vou me sentir mais leve. Mais leve, e mais viva, enquanto as borboletas dançam, graciosas. Inquietas.
Vem, elas anseiam por você.
Assinar:
Comentários (Atom)
